Deve ter sido meu colega no cursinho. Essa é uma resposta confortável ou óbvia para quando me pergunto quem é aquele “desconhecido” que acabou de me cumprimentar. Talvez seja uma resposta mais confortável do que óbvia para quando bate a preguiça de pensar.
Há alguns dias, vi uma foto de uma ex-colega do cursinho (ou não) que não sei de onde veio, não sei onde mora, não sei nem o nome. Parei para pensar: como há pessoas que passam pelas nossas vidas, ficam um tempo, começam a fazer parte do nosso cotidiano e depois somem. Ou sumimos, não sei.
O pessoal da parada de ônibus, o da academia, o do restaurante e, é claro, o do cursinho. Alguns foram meus amigos, com outros nunca conversei. Acho estranho, mas, no meu livro de memórias, eles estão presentes.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
meio litro
Fico impressionado quando vou ao supermercado. Será que não pensam nos solteiros, nos que moram sozinhos e que, como eu, fazem uma ou, no máximo, duas refeições por dia em casa? Como que uma pessoa vai consumir um pote inteiro de requeijão em cinco dias? Me diz, como? Alface murcha, banana apodrece, manteiga fica rançosa, presunto estraga e leite azeda. Por falar em leite, tive uma boa surpresa hoje: caixa de leite com 500ml. Ok!
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