quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Nem toda incoerência deve ser atacada

Logo que a governadora Yeda Crusius anunciou que usaria o dinheiro da venda de ações do Banrisul para investir em estradas, eu disse: ", agora que estamos nos aproximando das eleições de 2010, ela resolveu torrar o dinheiro para ter mais resultados para mostrar na campanha". Mas estou mudando de ideia...
Quando vejo o número de pessoas que morrem a cada feriado, a cada final de semana, a cada noite de festa na praia, fico mais convencido de que um investimento pesado na infraestrutura das estradas é necessário. Um absurdo 23 pessoas morrerem num feriado de Natal, no trânsito. Um absurdo pais continuarem perdendo seus filhos para, além da imprudência, a falta de condições nas rodovias. Um absurdo alguém sair de férias sem saber se voltará para casa.
Se Yeda está cometendo um erro político? Não sei. Se os investimentos são eleitoreiros? Pode ser. Mas uma certeza eu tenho: financiar a recuperação de rodovias é mais que um investimento em asfalto e concreto, é um investimento no nosso bem maior, a vida.
Para entender o caso: quando pouco menos de 50% das ações do Banrisul foram postas a venda, a governadora Yeda, junto com o então secretário Aod Cunha, disse que o dinheiro obtido com a venda iria para dois fundos de investimento, como parte de um projeto para resolver problemas estruturais das finanças do Rio Grande. No entanto, recentemente a governadora mudou de ideia e afirmou que poderá usar o dinheiro para recuperar estradas gaúchas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fogaça disputará o Piratini

Agora é oficial: o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), será candidato ao governo do Estado. O anúncio foi feito hoje à tarde pelo senador Pedro Simon, na sede do partido.

(Reprodução das edições online de Zero Hora e Correio do Povo, do dia 07/12/2009)
Ouça o anúncio no site da Rádio Gaúcha.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Chega de Panetone

Afinal de contas, políticos deveriam fazer cursos do tipo "As melhores dicas para dar uma desculpa convincente". As que eles estão dando não estão funcionando. Pior, não podem ser mais ridículas.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Tecnologia a serviço da política. Da boa política.

Cada vez mais, os políticos são taxados de corruptos, incompetentes, aproveitadores e outros adjetivos que não acho necessário colocar aqui. Os grandes herois morreram e ficaram apenas na história. Jefferson foi substituído por Obama -- que até ensaiou uma pose de heroi, mas não consegui mantê-la --, Juscelino Kubitschek deu lugar a um Lula popular, mas que não tem uma imagem unânime de estadista.

Os políticos pioraram? Acredito que não. Inegavelmente, os cidadãos passaram a receber muitas informações que não recebiam em outros tempos. Hoje, conhecemos os bastidores da política, os jogos do poder. Muito do que acontece não se torna público. Contudo, o que é visto pela população pode guiar o pensamento dos eleitores.

Tudo isso tem a contribuição da tecnologia. Outrora, jamais teríamos a chance de ouvir as conversas telefônicas entre políticos, entre políticos e empreiteiros, entre políticos e diretores de autarquias, etc. Não poderíamos nos divertir em ver deputados dizendo que "tem que chover na horta" dele, por mais trágico que isso seja. Nunca saberíamos quem viaja com dinheiro na mala e, impressionante, na cueca. Ontem, assistimos a um vídeo que mostra o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal colocando dinheiro na meia.

Enfim, os avanços tecnológicos nos proporcionam momentos de surpresa -- e os corruptos ainda conseguem nos surpreender com suas falcatruas --, momentos de revolta e, sobretudo, um olhar crítico, desconfiado, sobre o que acontece por trás dos sorrisos e cumprimentos em épocas de eleição.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Do jornalismo diário

Todos os dias, quando abrimos os jornais, nos deparamos com notícias trágicas: morte, violência no transito, vicio em drogas. Acho que nos acostumamos com toda essa violência que, por mais distante que esteja de nós, é muito presente no nosso cotidiano.

Assim, por estarem tão presentes no nosso dia-a-dia, acabamos por não nos admirarmos com com a dura realidade das cidades. Mas hoje foi diferente. Quanto acessei a Zero Hora Online, vi a seguinte manchete: "O adeus da menina que sonhava ser professora". Abri a matéria, li e reli o texto dos jornalistas
Carlos Etchichury e Letícia Barbieri.

Era para ser mais uma das tantas noticias trágicas do dia. Não foi. Para mim, foi a mais trágica do dia. Não sei exatamente por quê. Acredito que o texto, embora seja um texto para a versão online, onde tudo é feito com certa urgência, nos trouxe elementos que nos aproximaram da vítima e da família. Fala de sonho, de amor entre irmãos, de dor. Então, acho que o jornalismo ainda pode nos surpreender: um texto simples, como esse, pode nos chamar atenção e nos convidar a refletir sobre um monte de coisas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Não, eu não esqueci que tenho um blog. E prometo atualizá-lo em breve.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Do que vale esta tal de consulta?

Estamos perto da consulta popular que decidirá o futuro do antigo Estaleiro Só. Certo? Não; a consulta é uma farsa disfarçada de atitude democrática. O prefeito José Fogaça (PMDB), com medo de "queimar seu filme" com eleitores -- que apoiam o projeto e os que são contra --, com empresários e ambientalistas, resolveu colocar nas mãos da população essa decisão. Fugiu de sua função de chefe do executivo municipal e, de quebra, posou como um prefeito que leva em conta a opinião do cidadão porto-alegrense. Como se não bastasse isso, a consulta apenas decidirá se pode ou não construir moradias na orla do Guaíba; prédios comerciais já estão autorizados. É pouco? A consulta custará 500 mil reais aos cofres públicos. Ah, por favor, Porto Alegre tem outras demandas onde podem ser aplicados esses 500 mil reais. De qualquer jeito, se eu votasse em Porto Alegre, votaria no Não.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Gripe: paranóia ou verdade?

Essa história de Gripe A (ou suína, como preferirem) já tá rendendo algumas complicações. Cada um diz uma coisa: para uns, um grande perigo que ataca a população; para outros, uma gripe qualquer, como enfrentamos todos os anos. Na dúvida, preferi tomar algumas precauções.

Como estudo perto do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, costumo atalhar passando pelo saguão do hospital, bem onde ficam aquelas barraquinhas de triagem, sabe? Pois é, esse foi meu primeiro problema, já que agora faço a volta no pátio do hospital para não ficar no meio dos gripados.

Quando voltei para Porto Alegre, ontem, imaginei que todos estariam em pânico e haveria mais vendedores ambulantes de álcool gel do que de DVD pirata na Rua da Praia. Engano meu. Passei em três farmácias e um supermercado até encontrar o bendito frasco de álcool gel. Pois agora que comprei, passo a todo instante.

Mas o pior de tudo é o olho. Sinto coceira, mas não posso coçar. Como é ruim. Hoje, enquanto ia para a Universidade, o vento soprou e entrou um grão de areia no meu olho. Não podia coçar. Mas eu uso lente de contato e, se o menor grão de areia gruda na lente, se torna um inferno. Resolvi coçar com a manga do casaco. E se o vírus fica na manga do casaco? Se o vírus fica na manga do casaco, eu com Gripe Suína.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Meu Aniversário (Nando Reis)

Eu não posso entender
Essa vida tão injusta
Não vou fingir que já parou de doer
Mas um dia isso vai acabar

Eu não consigo me convencer
Que essa vida não foi injusta
Tanta falta me faz você
Queria ver você em casa

Mãe
O amor que eu tenho por você é seu
Mãe
O amor que eu tenho por você é seu
Como é meu
O meu aniversário

Mãe
O amor que eu tenho por você é seu
Mãe
O amor que eu tenho por você é seu

Aniversário
17 de agosto de 1935
12 de janeiro de 1963
19 de junho de 1989
Agora eu tenho 29

terça-feira, 28 de julho de 2009

O negócio da meia-entrada

Outro dia, estava assistindo o Café TVCOM. Como de costume, o assunto era cultura. Quando falavam nas tais isenções de impostos para quem promove atividades culturais, surgiu o assunto da meia-entrada para estudantes e idosos em eventos culturais e esportivos.
Foi aí que eu comecei a analisar como funciona o benefício no nosso país. No momento em que estudantes e idosos deixam de pagar metade do ingresso, há um impacto na arrecadação de quem está oferecendo a atividade cultural ou esportiva. Mas alguém vai ter de pagar a conta, ou seja, o público comum. É simples: a arrecadação diminui, mas as despesas continuam as mesmas.
Então, as empresas aumentam o preço dos ingressos a preços absurdos a fim de não perder com a meia-entrada. Acontece que, dessa forma, a ideia de que o desconto ampliaria o acesso à cultura cai por terra. O cidadão que recebe um salário baixo não tem condições de ir com a família ao cinema, por exemplo. Com o dinheiro que gastaria com os ingressos (uma família de cinco pessoas gasta em torno de R$50, 00), dá para comprar a comida para a semana inteira ou pagar a conta da água, por exemplo.
A bergamota descascada: mais idosos e estudantes nos eventos culturais, menos trabalhadores. Sou totalmente a favor das isenções para estudantes e idosos; porém, acho que é preciso pensar em quem vai pagar a conta.

terça-feira, 14 de julho de 2009

5 coisas que eu gostaria de ser

Ando com muito tempo para escrever (férias!), mas com pouquíssima inspiração. Estava dando uma passa pelo blog da Marcia Benetti (aliás, blog que recomendo sempre) e vi isto: cinco coisas que eu não sou, mas gostaria de ser.
esportista: daqueles, sabe. joga futebol, tênis, basquete, vôlei, surfa. ainda é o melhor da turma em todos. eu até me esforço, mas não nasci com o dom. ah, ser fissurado por corrida, correr maratonas.
rico: não se preocupar se o relógio que você quer é caro demais. trocar de carro quando der na telha. conhecer todos os países.
organizado demais: anotar tudo, saber onde estão as coisas, planejar horários, saber onde coloco as chaves.
atento: não parar de prestar atenção quando uma mosca passa. reduzir a velocidade nos quebra-molas. não deixar a torrada ficar, literalmente, torrada.
conquistador: do tipo que ganha todas as gurias, sabe. ainda sem fazer muito esforço.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

"Admitir fraquezas, reconhecer erros, viver de acordo com a própria essência, buscar ajuda nas horas difíceis, voltar atrás, sentir apenas o que se sente de fato, valorizar a discrição, conviver bem com a relatividade de tudo. Extra, extra! Eis aí os escândalos deste novo século."
(Martha Medeiros - Zero Hora, 08/07/2009)

Crack, Nem Pensar

Em um tempo em que todo mundo está preocupado com a tal Gripe Suína, que nem é mais chamada assim, a RBS lança uma campanha que merece aplauso: Crack, Nem Pensar. Ora, me parece que todos têm mais medo da gripe, que é um pouco mais forte do que a que nos ataca todo inverno, do que da tenebrosa epidemia do crack, que avança com tamanha rapidez. O motivo é simples: a gripe parece incontrolável, o contágio é rápido. Imagina a tua filhinha pegando uma doença dessas, hein? Pois eu acho que deveríamos nos preocupar mais com o crack, que está tomando conta das ruas, que se espalhou para todas as classes sociais, que não tem idade para se consumir. Eu, com um trabalho como o de uma formiga, pretendo ajudar nessa luta contra a epidemia que ameaça o país e está muito presente em nosso estado. Aderi à campanha: Crack, Nem Pensar!


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Marketing Político versus Estrelas

Acabei ontem um estudo sobre o marketing político no Brasil, dando ênfase à eleição presidencial de 1989, quando as técnicas de propaganda passaram a ser usadas realmente em uma campanha eleitoral. Fernando Collor foi o precursor: sua imagem foi trabalhada, seus programas de rádio e TV eram bem produzidos e foram utilizadas pesquisas qualitativas e quantitativas, que detectaram os anseios do eleitor. Sua campanha obteve êxito, Collor saiu vencedor. O que me impressionou, ao analisar o horário eleitoral da época, foi o grande número de estrelas que participaram da campanha de Lula, que mesmo assim não obteve uma vitória.
Olhem o time que apoiava o candidato do PT:

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Boca de Rua: fazendo jornalismo comunitário

Quando decidi estudar jornalismo, sempre pensei em trabalhar nos grandes grupos de comunicação. Ainda penso assim. Mas a universidade nos proporciona expandir os horizontes. Foi isso que aconteceu comigo. Em uma pesquisa para a disciplina de História da Comunicação, estudei o jornal comunitário Boca de Rua, de Porto Alegre. É um projeto criado pelas jornalistas Rosina Duarte e Clarinha Glock (que não participa mais do jornal). Criado em 2000, tem o objetivo de passar o outro lado da informação (aquele que a grande mídia não mostra), segundo Rosina. O jornal é feito por pessoas em situação de rua, desde a escolha das pautas até entrevistas e produção de textos. Apenas a edição e diagramação são feitas por um profissional de comunicação. As matérias tratam da dificuldade de viver nas ruas, da precariedade do sistema de saúde, dos abusos cometidos pela polícia, da falta de solidariedade das pessoas, entre outros. As reuniões são semanais e acontecem no Mercado Público. Mesmo para quem quer trabalhar nos grandes meios de comunicação, como eu, vale a pena conhecer o projeto. Fui muito bem recebido pelas jornalistas Rosina e Natália Alles e por todo o pessoal do jornal.

domingo, 14 de junho de 2009

Das decepções

Quando criei este blog, pensei em trazer textos mais informativos, mais objetivos. É essa a ideia que tenho quando penso no que quero fazer da vida: informar as pessoas e fazer com que a informação seja útil na vida delas. Mas hoje venho falar de outra coisa. Faço um texto menos informativo, menos objetivo e cheio de sentimento.
Estava subindo uma montanha. Dei vários passos, caminhei muitos quilômetros. Parei, descansei por muito tempo. Vi jeito de não chegar ao topo. Quando menos esperava, uma luz me mostrou que não era impossível. Aliás, que eu estava muito mais perto do que imaginava. Dei mais alguns passos. Escalei com cuidado alguns metros que estavam à minha frente. Cheguei perto, muito perto. Estava confiante, já contava com aquela conquista. Faltava um passo, só um. Estava pronto: nada podia mudar meu destino. Eu chegaria ao topo, sem titubear. De repente, um vento forte soprou. Não havia muito o que fazer, o vento era mais forte do que eu. O que eu mais temia aconteceu: caí lá de cima. Todo aquele trajeto que eu tinha feito parecia que não serviria para nada.
Pensando bem, acho que serviu. Vendo a altura da montanha, olhando para o caminho que percorri, vejo que saí com pequenos arranhões. E esses - tenho certeza - me mostraram mais do que eu poderia ver lá do topo. Me mostraram que essa foi apenas uma das decepções que vou ter ao longo das muitas caminhadas que farei durante minha jornada. Vi que nem tudo é perfeito, que as mulheres não são tão seguras das escolhas que fazem. Vi também que nós, homens, não somos tão fortes, que um tombo pode machucar. Das decepções, sei de uma coisa: elas são inevitáveis.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Pesquisa Datafolha (Folha de São Paulo)

Depois de algum tempo sem escrever, trago uma notícia de primeira mão (ainda não saiu nos jornais gaúchos): Datafolha realizou uma pesquisa, encomendada pela Folha de São Paulo, para o governo do Estado do Rio Grande do Sul. O cenário é o seguinte: Tarso Genro (PT) lidera com 34 % das intenções de voto e José Fogaça (PMDB) tem 28%. Quando o candidato do PMDB é Germano Rigotto, Tarso fica com 38% e Rigotto, 18%. A governadora Yeda Crusius tem 7% e está tecnicamente empatada com Beto Albuquerque (PSB). Feijó (DEM) tem 1% e Pedro Ruas (PSOL) tem de 2 a 3% das intenções.
A Avaliação da governadora está cada vez pior: na ultima pesquisa, o Datafolha constatou que 51% dos entrevistados consideram seu governo ruim ou péssimo.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Porto Alegre

Porto Alegre é maravilhosa, não tenho dúvidas. Gosto das ruas cheias de árvores de Petrópolis, da Praça da Encol, do Iguatemi. A Redenção e o Parcão são demais. O pôr-do-sol no Guaíba, visto da Usina do Gasômetro, é lindo. Porto Alegre tem a Praça da Matriz, a da Alfândega, o Santander Cultural, a Padre Chagas. Tem um centro que ora gosto, ora não gosto. A cidade é especial. Parece grande, parece pequena. É diferente. Definir? Não saberia como. Mas cito o Fogaça: "Porto Alegre é demais"!
O estranho é eu achar tudo isso e aproveitar tão pouco. Acho que sou guri do interior, não da capital.

sábado, 2 de maio de 2009

O porquê de escrever

As coisas acontecem. Os sentimentos existem. E o melhor de tudo é que nós podemos contar. Escancarar, melhor dizendo. Poder mostrar a todos o que tu sentes, o que tu vês, resumindo, o que tu vives, é importante. Cada um tem uma forma de se expressar: uns se expressam pela fala; outros, pela música; alguns, na dramaturgia; eu uso a escrita.

Escrever, pra mim, nunca foi uma dificuldade. Pelo contrário, sempre gostei. Sempre quis escrever como aqueles que gosto de ler: Fernando Morais, Machado de Assis, Chico Buarque, Manuel Bandeira. Não por acaso, escolhi uma profissão que uma das atividades é, claro, escrever.

Enfim, é por isso tudo que eu escrevo!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Galisteu e o PMN

Leia o texto a seguir:
"Adriane Galisteu aproveitou o fim de semana ao lado do seu novo amor, o deputado federal Fábio Faria, 30, do Partido da Mobilização Nacional do Rio Grande do Norte, no Rio de janeiro.domingo, eles correram juntos na orla do Leblon ao Arpoador. No final, tomaram água-de-coco e almoçaram juntos. No sábado, passearam pelas ruas do Leblon em clima de romance.O casal foi apresentando pela amiga em comum Virna e está junto há três semanas.Adriane Galisteu estréia no próximo dia 17 a peça Às Favas com os Escrúpulos, em São Paulo. Ela interpreta a amante de um senador de Brasília."
Quem lê o texto, logo vê que é um texto publicado em um espaço de fofoca. Certo? Não. O texto foi publicado em um blog do PMN, partido do deputado Fábio Faria (pra quem não conhece, aquele que presenteou, com passagens, a namorada e alguns atores globais com o dinheiro da câmara). Agora, eu pergunto: qual o interesse do partido em publicar uma fofoca sobre o novo romance de um membro do partido com a apresentadora Adriane Galisteu? Vontade de aparecer, só pode...
Quando a gente acha que viu tudo, vem um boi-corneta e prova o contrário!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Ruanda não morreu

Na década de 90, Ruanda foi palco de um dos maiores genocídios já vistos. A rivalidade entre a minoria tutsi, que ficou com o poder depois do país ter se tornado independente da Bélgica, e os hutus, maioria que foi em grande parte expulsa do país, acabou matando entre 800.000 e 1.000.000 de pessoas. O país é um dos mais pobres do planeta e passou por uma grande crise econômica com a desvalorização do café, principal produto exportado.Tudo que eu disse já é conhecido. Mas o que mais me impressionou nesse país foi mostrado em uma reportagem do Régis Rösing, exibida no Esporte Espetacular: dezenas de crianças, que brincam com bolas feitas de plástico e pedaços de rede, mostram que ainda há esperança, alegria e o sonho de uma vida melhor, apesar de todas as dificuldades.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Projeto Cultural e a Saudade

Tava em um daqueles momentos que tu tens vontade de fazer... nada! Absolutamente nada. Fiquei "passeando" pelo orkut quando... pimba: achei uma comunidade do projeto cultural do Unificado. Me deu saudade. Saudade de estar nos projetos quando o pessoal do colégio, do pré-vestibular e do Gabarito lotavam a sala oito da sede do centro para assistir às maravilhosas palestras. Ouvir o Moacir Scliar e o Jorge Furtado, cantar junto com o Trio Chico Buarque. Isso tudo sob o comando do Mestre Flávio Azevedo. Bons tempos! Bons tempos!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Clube da Escrita

Cheguei a pouco tempo da primeira reunião do Clube da Escrita da Fabico (organizado por estudantes, tem o objetivo de criar e discutir textos). Acho que foi uma reunião legal, teve a participação da Lia, nossa ex-professora, que também participará do Clube. Começaremos os trabalhos. Que seja uma boa experiência.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Leitura

Já fazia algum tempo que eu não postava aqui. Precisava atualizar. Faltava assunto ou sobrava preguiça de pensar. Vi no blog da Márcia Benetti e achei interessante:

Livro/autor que marcou sua infância:

O Menino Maluquinho, do Ziraldo.

Livro/autor que marcou sua adolescência:

Feliz Ano Velho, do Marcelo Rubens Paiva.

Autor que mais admira:

Guimarães Rosa, pela revolução na linguagem; Machado de Assis, pelo conjunto da obra.

Autor contemporâneo:

Fernando Morais.

Leu e não gostou:

Iracema, do José de Alencar; Os Lusíadas, do Camões.

Lê e relê:

Olga, biografia escrita pelo Fernando Morais.

Manias:

Começar um livro e, se ele for ruim, ler outro livro, depois voltar pro primeiro. Preciso de uma folga de livro ruim.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Aí vai um pedaço do capítulo da grande minissérie Queridos Amigos, exibida pela Globo. Nesse capítulo, a volta dos exilados políticos durante a ditadura militar.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

STF retira da pauta recurso contra o diploma



O Superior Tribunal Federal retirou da pauta de hoje, dia 1º de abril, a votação que pode autorizar alguém que não tenha graduação em jornalismo a exercer a profissão. E, ainda, a votação da lei da imprensa foi adiada para o dia 15 deste mês.

P.S.: Ontem, nós, estudantes e profissionais de jornalismo, fomos às ruas de Porto Alegre pra manifestar nossa indignação com a proposta absurda que eu mencionei acima (não-obrigatoriedade do diploma). O movimento não foi grande como eu esperava, mas acho que foi válido. As manifestações aconteceram em todos os Estados. Haverá mobilizações até a próxima votação. A luta continua.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Vem, inverno! Vem!

Afinal de contas, quando acaba esse "verão"? Aqui em porto alegre, estamos cozinhando.

domingo, 29 de março de 2009

Ricos também são punidos

Enfim, a justiça mostrou que também condena ricos e poderosos: Eliana Tranchesi, dona da Daslu, foi condenada a 94 anos e meio de prisão. O fato foi comemorado pelos que criticam a falta de ação da justiça em relação aos crimes de colarinho branco. Eliana foi presa na quinta-feira, 26 de março, mas recebeu um habeas corpus no dia seguinte.

Gaúcha entre as políticas mais belas do mundo

Pessoal, a deputada federal Manuela D'ávila (PCdoB-RS) figura entre as políticas mais bonitas do mundo, de acordo com uma enquete informal. Manuela havia começado em 64° lugar; agora, está em segundo. Entrem no site espanhol 20 minutos e confiram.